domingo, 23 de junho de 2013

Passou!!

A semana louca passou: ataques fulminantes, recaídas, bastante trabalho, uma falta de concentração acima da média, enfim, estou respirando.

Ontem vi uma das amigas que mais gosto e foi super sem querer, comemos demais (sempre fazemos isso), jogamos sinuca e fomos parar na redenção. O bom de encontrar uma amiga antiga é que... é uma amizade antiga. Hahahaha. E são sempre os melhores assuntos do mundo e uma cumplicidade muito boa. Porque como eu sou um pouco sem paciência, qualquer coisa chata que um suposto amigo novo faz já faz eu perder o encanto. E quando o amigo é antigo, é diferente. 

Sábado foi um dia importante pra mim, o dia em que definitivamente troquei de curso e foi justo o dia que ninguém falou comigo um dia antes (mas foi bom, me deixou firme). Se semana passada eu não tinha planos, agora eu tenho todos os planos do mundo (como uma boa dramática!). 

Sábado antes de encontrar essa amiga eu andei sozinha pelas ruas da cidade baixa, estava um dia bonito e deu até uma leve vontade de ter alguém do lado. Alguém que eu não sei quem. Nenhum dos caras que conheço, nenhum dos caras com quem fiquei, nenhum dos meus amigos. Simplesmente alguém novo. Não, eu ainda não me vejo novamente no papel de nora querida que visita os sogros no final de semana, mesmo já tendo passado um tempo, pra mim ainda é cedo demais toda essa rotina que envolve um namoro. Era só alguém para aquele dia, alguém legal e que quisesse dar umas risadas sem compromisso na semana. Mas ainda não conheci alguém assim.

Era isso! Tinha outra coisa, mas esqueci!

Que a semana comece bem!

PS: Quero muitas coisas boas e novas!










quinta-feira, 20 de junho de 2013

Que semana...

... E isso que ela nem acabou!

Que semana difícil e quando é assim parece que se arrasta. Hoje deu vontade de fugir da cidade, é estranho escutar que seus pais querem te ver encaminhado, como se para isso eu não precisasse estar saudável também. Queria fugir e não depender deles. Parece e é bobo eu ainda estar com esses problemas sendo que o mundo tá explodindo lá fora, mas são problemas que eu não sei resolver até hoje. A TV tá ligada agora, não por minha causa obviamente, mas isso me desconcentra pra escrever. Acho televisão uma bela porcaria. 

Passei uma noite fora essa semana e foi muito confortável, mas nada que eu pudesse levar adiante para me salvar da turbulência dos outros dias. Mas percebi que eu trabalho melhor e me concentro mais quando estou feliz. Passar uma noite fora é bom, significa que outra pessoa me suporta, mesmo que isso dure uma noite só...

Pessoas que são o oposto de mim me fazem bem, pessoas tranquilas. Mas não conheço muitas pessoas assim e pessoas tranquilas geralmente não gostam muito de pessoas agitadas (frisando aqui: não sou agitada por opção).

Tenho 22 anos, não mando na minha própria vida e sinceramente: Não tenho mais planos. Não tenho, perdi a esperança, abaixei a cabeça, perdi a motivação. Esses dias li uma frase que dizia que a tristeza era um vicio. E essa chata resolveu grudar nas minhas costas. Não tenho mais esperança de cura, de que um dia eu possa voltar a ser uma pessoa tranquila e legal como eu era. 

Eu detesto esses melodramas, hahaha. Mas são coisas que não adianta contar para alguém porque é perda de tempo. Até a terapia, que eu larguei há uns 4 meses, já perdeu o foco. 

Ah, dane-se.







quarta-feira, 19 de junho de 2013

O projeto paralelo

Talvez seja meio aleatório eu falar de algo que não seja protesto, mas eu vou falar de algo que me deixa em paz no meio de tantas turbulências. 

Segunda eu passei mal, com um aperto no coração. Sim, eu sou muito estressada, precisava tirar uns dias pra descansar e conversar com alguém que me agradasse, alguém que me agradasse fora das redes sociais, porque esses papos não me servem mais pra nada.

Revoltas e tristezas à parte, vamos falar de projetos paralelos de uma forma bem direta e clara.

"Mas porquê?" 

Porque sim, porque eu adoro um projeto paralelo.

Quando você monta uma banda, ali estão as influências de todos, porque é assim que uma banda funciona. Voltei à tocar nesse sábado e as ideias dos meus amigos andam cada vez menos parecidas com as minhas. A música é uma arte e dentro dessa arte existem pessoas que estão ali somente por estar e outras estão ali, aqui, em todo lugar criando. Meg White era uma pessoa que estava lá por estar, Jack White estava ali, aqui, em todo lugar criando.

A música por ser algo muito pessoal geralmente costuma fazer o músico/ compositor iniciar um projeto paralelo. E isso não significa tocar em uma, duas, três bandas para desopilar e manter o cérebro funcionando. Significa criar algo completamente diferente da sua banda, o seu "eu" da forma mais pura e simples.

Bandas me agradam, um conjunto de pessoas fazendo algo incrível, mas o projeto paralelo é algo superior. O projeto paralelo reflete o brilhantismo de cada um, aquela luz (ou aquela sombra) secreta. Mergulhar de cabeça na Arte.







domingo, 2 de junho de 2013

Quando você usa o nome de outra pessoa pra falar de si mesma.

Vamos pensar em um nome. O que você acha de Laura? Pode ser?

Laura passou o feriado em casa, literalmente. Levantou para escovar os dentes, não comeu e não tinha mais esperanças que algo pudesse dar certo. Na verdade não deu. O cabelo estava oleoso e ela não se importava com isso. Ela conseguia chorar, o que quer dizer que ainda sentia alguma coisa. Laura estava com medo de que tudo que estava acontecendo ao redor afetasse seu trabalho, porque sua vida amorosa sempre esteve um caos, em casa os problemas com a mãe são desde criança, supria as saudades do pai quando pedia para que ele fosse buscá-la vez ou outra no trabalho (já que as aulas ela não frequentava mais). Laura poderia ser uma personagem de filme, mas sua vida era real e ela estava emocionalmente cansada, se sentindo fraca e querendo mergulhar a cabeça em um balde de tinta azul (coisas de Laura, vai entender!).

Inspiração pela metade, continua no próximo post.


sábado, 1 de junho de 2013

Da primeira vez que... parte 01

Acabei de desenhar um coração no meio das minha anotações, e lembrei de quando fiz meu primeiro coração na escola. Ele era completamente quadrado. Eu não sabia fazer o número 8 também. Fazia uma bola em cima da outra. E para pintar eu era muito sem noção, total arte abstrata. 

Minha letra era muito feia também, fora da linha. Fiz caligrafia durante seis meses com seis anos e atualmente não tenho do que reclamar, mas na época eu detestava. Eu não copiava os exercícios, devia ser por isso a letra feia. Meu pensamento era: "Para que copiar tudo isso se não vai dar tempo de fazer e em casa também não vou fazer?". 

A escola é muito chata. É sim! Vale pelos amigos que você faz, pelas oficinas de música, pelas aulas de educação física (que por alguma razão desconhecida passamos à detestar no ensino médio), mas fora isso, ela é entediante. Quantos intervalos eu perdi pra ficar fazendo provas de matemática, quantos desenhos deixei de ver para quebrar a cabeça tentando entender o pretérito imperfeito (é isso mesmo?). 

Não foi só no coração e no número 8 que tive dificuldades. Quando fui tocar violão pela primeira vez meus dedos doíam, mas aí eu me desesperei, porque eu amo música e precisava aprender. E aprendi.

Tudo nessa vida se aprende. Seja com uma professora carrasca da primeira série te corrigindo de dez em dez minutos ou com muito treino em casa fazendo algo que gosta.

Beijocas e bom final de semana.